O trator colorado atolou

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Já é quase uma tradição, virou brincadeira e é mesmo uma verdade quase absoluta. Entra ano, sai ano, e a imprensa especializada em futebol aponta o time do Internacional entre os favoritos ao título. Parece um misto de boa vontade com uma pegada de bola de cristal. O fato é que no fim das contas, ninguém acerta o prognóstico e o tricampeão brasileiro acaba ficando para trás e morrendo na praia.

Esse ano não está sendo diferente. Claro ainda é muito cedo para qualquer sentença definitiva, mas a nau colorada parece começar a fazer água. Nas últimas cinco rodadas, somou apenas um ponto e, da liderança que ocupava, despencou para a quinta posição, a primeira fora da zona de classificação da Libertadores. Pior e o que preocupa mais é que das quatro derrotas, duas foram para times que lutam na parte debaixo da tabela (Figueirense e Botafogo), outras para Flamengo e Grêmio e  empate com o Coritiba.

O trabalho de Argel começa a ser questionado e com razão. Chegou a hora de cobrar opções de jogo para mudar a fase e o que se viu no clássico foi um time afoito, pressionando sem calma e cruzando bola na área. A tática do Inter parece ser baseada no volume. De tanto criar, acaba saindo o gol, mas diante de defesas bem postadas, sobra pouco espaço na frente e, o que é pior, acaba dando chance ao contragolpe. O trator de Argel atolou na areia e não dá demonstração de que vai parar de patinar na competição.

 

 

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